segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

26º Capitulo – “E tu não mataste o teu gatinho apenas lhe comeste a língua”


(Catarina)
Abri a porta devagarinho, espreitei um pouco e pude visualizar que eles não estavam a fazer nada daquilo que eu pensei. Pelo que deu para perceber estavam a fazer cócegas um ao outro numas posições não muito inocentes visto que ele estava deitado na cama e ela estava sentada em cima da sua cintura com uma perna em cada lado no corpo dele.
Fiquei um pouco a observá-los até a minha presença ser notada por ele que logo se levantou mandando a minha irmã para o chão devido á rapidez com que se levantou.


(Nico)
Acordei de um sonho que parecia não ter sido real mas assim que abri os olhos pude constatar que mais real que isto não podia ser. Apesar de os meus sentimentos não serem correspondidos não iria abandoná-la por nada. Ela era minha amiga. A minha melhor amiga. Olhei em volta e não a vi a meu lado ou em outro lado qualquer do quarto.
Sentei-me á beira da cama até ela entrar pela porta. Ela vinha linda como sempre e sorridente.
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- Bom dia dorminhoco! – Disse ainda com um grande sorriso nos lábios e escovando o seu longo e castanho cabelo.
- Bom dia! Já acordas-te á muito tempo? – Perguntei enquanto me espreguiçava.
- Há tempo suficiente para tomar banho e ver que tu ressonas.
- Eu não ressono. – Fiz cara de indignado.
- Ai! Isso é que te enganas. Ressonas e muito alto. Eu até te ouvia quando estava a tomar banho.
- Tu achas isso? – Ela abanou a cabeça em sinal de afirmamente. – Ai é? – Peguei nela deitando-a na cama para depois começar a fazer-lhe cócegas. Ela ria desalmadamente. Acho que descobri o seu ponto fraco. Estava distraído, ela aproveitou esse facto e virou-nos ficando agora eu por baixo. Ela pensava que assim não seria possível fazer-lhe cócegas mas enganou-se.
Estávamos na brincadeira até que notei a presença da irmã dela e como sou uma pessoa que fica envergonhada facilmente levantei-me tão rápido que atirei a Tânia para o chão.
- Au! – Queixou-se enquanto passava a mão pela zona que lhe doía. – Olha lá, não sabes bater á porta? - Disse enquanto se levantava e se dirigia para a irmã.
- Desculpa! Como estavam a fazer tanto barulho que fiquei curiosa.
- Pois. Mas nunca ouviste que a curiosidade matou o gato.
- Já ouvi. E tu não mataste o teu gatinho apenas lhe comeste a língua. – Ok devo ter ficado mais vermelho que um tomate quando a irmã dela insinuou que já tínhamos feito algo mais. A Catarina olhou para mim e sorriu vendo que me tinha deixado sem jeito.
- Mas vieste para nos chatear foi? É se foi por isso, podes sair pela porta que entraste. – Eu era apenas um espectador naquela conversa mas era uma conversa em que a minha presença era notada por ser eu o assunto.
- Vê lá não me batas. – Disse enquanto pôs as mãos no ar. – Ah! Ia-me esquecendo o motivo para qual aqui vim. É para irem tomar o pequeno-almoço. A mãe já foi trabalhar e eu vou fazer o mesmo. E assim têm a casa toda para vocês. Se é que me entendem. – E saiu. Assim que o fez a Tânia olhou para mim e gargalhou, coisa que foi acompanhada por mim. Pois apesar de ser bastante vergonhoso para mim não deixou de ter a sua piada.
- E que tal almoçarmos juntos? – Sugeri assim que paramos de rir e ele sentou-se a meu lado.
- Por mim tudo bem. Mas á tarde tenho de ir ter com a Madalena. – Sorri com a resposta dela.
Apesar de não querer mostrar a minha grande felicidade de ela ter aceite era mais forte do que eu. Não queria criar falsas esperanças a mim mesmo. Sei que ela não faz de propósito mas sinto que a cada dia que passar posso ganhar o coração dela e é o que eu quero neste preciso momento.
- Vamos comer? – Perguntou fazendo assim abstrair-me dos meus pensamentos.
- Vamos que estou cheio de fome. – Afirmei fazendo-a rir. Tomamos o pequeno-almoço sempre na conversa.
Depois de termos tomado o pequeno-almoço, ficamos em casa dela apenas a conversar e a ver televisão.
Rapidamente chegou a hora do almoço. Saímos de casa e entramos no carro para ela logo a seguir perguntar onde iramos almoçar.
- Já alguma vez comeste comida tipicamente argentina?
- Nop.
- Então hoje vais provar.
Rapidamente chegamos ao restaurante e entramos nele. O empregado logo nos dirigiu para uma mesa e deu-nos a ementa.
- Então o que vais escolher? – Perguntei-lhe então os olhos dela, passavam pela a ementa.
- Provavelmente o Churrasco . É única coisa que conheço. E tu?
- Eu vou escolher o Choripán. E para sobremesa vamos comer o Alfajor.
- Ai vamos?!
- Vamos. Vais ver que vais gostar.
Fizemos os nossos pedidos e enquanto eles não vinham conversamos coisas sem importância. Pouco tempo depois chegaram os nossos pedidos.
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                                    Choripán
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                                 Churrasco
Começamos a comer e ainda experimentamos a comida um do outro sendo que ela adorou o que eu pedi e de vez em quando tirava-me um pouco mas não me importava. Depois de terminado o prato principal pedimos a sobremesa que já estava escolhida.
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                                  Alfajor
Depois de nos deliciarmos com a sobremesa, pagamos visto que ela não me deixou pagar a conta.
Entramos no carro e fomos em direcção ao Estádio da Luz para irmos ter com a Madalena. A viagem foi feita entre muita conversa acompanhada por gargalhadas. Chegamos num instante ao estádio. Saímos do carro e sem eu estar á espera ela salta para as minhas costas ficando assim ás cavalitas.
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Levei-a assim até ao café onde a Madalena estava.

(Tânia)
Chegamos ao café e ainda estava nas cavalitas do Nico. Assim que entramos percorri o meu olhar pelo café. Estava lá a pessoa que eu menos queria ver neste momento. O Rodrigo que antes se ria assim que nos viu ficou com uma cara sisuda.
Como irá reagir Rodrigo depois de ter visto a Tânia ás cavalitas de Nico?

sábado, 8 de dezembro de 2012

25 º Capitulo – “Porque… Porque gosto de ti.”

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(Tânia)
Cheguei a casa e não podia acreditar no que via. O que é que o Nico fazia ali, sentado no sofá da sala?
Tânia – Nico?!
Nico – Olá! – Disse levantando-se e vindo na minha direcção. Dando-me depois um beijo no canto dos lábios. Não percebi porque raio é que ele me deu este beijo? Olhei para a minha irmã e ela estava com um sorriso de tarada.
Tânia – O que é que estás aqui a fazer?
Nico – Preciso de falar contigo.
Tânia – Ok. Vai andando para o meu quarto que já lá vou ter. é a porta ao fundo. - Saiu da sala e foi até ao meu quarto. Mal ouvimos a porta a fechar a minha irmã falou.
Catarina – Para quem não tinha nada com ele. – Disse ironicamente.
Tânia – E não tenho.
Catarina – Então que beijo foi aquele?
Tânia – Pois, não sei. Mas vou descobrir.
(Nico)
Fiz o que me pediu e dirigi-me para o quarto dela. Aquele quarto gritava Tânia por todo o lado. Era em tons de branco, azul e verde. Era simples como ela.
Vi uma foto dela em cima da mesinha de cabeceira e peguei nela.
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Tinha o maior e mais belo sorriso que alguma vez tinha visto. Aliás ela era a rapariga mais linda que alguma vez vi.
Ouvi passos, pousei a fotografia e fui até á porta. Assim que ela entrou, ganhei coragem e beijei-a. Beijo que não foi correspondido por ela. Coisa que não esperava. Ela não sentia o mesmo que eu. Parei o beijo e ficamos a olhar um para o outro. Ela estava atómica. Percebi pelo seu olhar que estava confusa.
Tânia – Nico, o que foi isto? – Perguntou confusa.
Não sabia o que responder, o que é que eu lhe iria dizer? Que em 1 mês me apaixonei por ela? Não. Não podia. Ela não gosta de mim da mesma maneira que eu gosto dela.
Tânia – Porque é que me beijaste, Nico?
Nico – Porque… Porque gosto de ti. – Acabei por confessar os meus sentimentos. Pelo seu olhar percebi que tinha ficado em choque. Que não espera tal resposta. Pequenas lágrimas começaram a escorrer pela sua cara. Apressei-me a limpa-las com os polegares. Mas porque é que ela reagiu assim?
Nico – O que é que se passa?
Tânia – O que se passa é que eu gosto de ti como amigo… - Sentou-se na cama. – Eu não te quero magoar ou dar falsas esperanças.
Nico –Já percebi .– Não foi preciso ela falar, percebi pelo seu olhar que era verdade. Vim fazer figura de parvo. Levantei-me mas ela impediu-me que fosse embora.
Tânia – Desculpa! – Disse já com lágrimas bem gordas a cair pela sua cara a uma grande velocidade. – Não te queria dar falsas esperanças. Desculpa! Não te quero perder. – E rompeu num choro compulsivo. Sentei-me a seu lado e abracei-a.
Também não a queria perder. Mais valia tê-la como amiga do que não tê-la na minha vida.
Ela parou o abraço e deitou-se na cama levando-me com ela, onde ficamos lado a lado. Ela pousou a sua cabeça no meu peito ficando com o meu braço em volta do seu pescoço. A sua respiração já estava mais calma. A minha mão passava pelo seu longo e castanho cabelo.
Tânia – Obrigada!
Nico – Obrigado porquê?
Tânia – Por tudo o que estás a fazer. És especial. Nunca duvides disso. – Voltou a pousar a sua cabeça no meu peito e dei-lhe um beijo na testa.
Ficamos calados durante algum tempo até que sinto a sua respiração a ficar mais pesada. Levantei um pouco a cabeça e constatei que dormia profundamente, voltei a pousar a cabeça na almofada. Pouco tempo adormeci.

(Catarina)
A minha irmã foi ter com o seu amiguinho argentino, pelo que ele me tinha dito antes de a minha irmã ter chegado a casa. Ele é bastante simpático e querido. Vejo-o mesmo a ser meu cunhado. Acho que a minha irmã devia aproveitar. Á poucos homens como ele.
Liguei a Tv e pus-me a ver uma serie que estava a dar. Não era nada de interessante mas era o que se arranjava.
Passado algum tempo, a minha mãe veio-me pedir para ir chamar a Tânia e o seu amigo para jantar, já que a minha mãe nem dei oportunidade de o rapaz recusar.
Fui até ao quarto dela e bati uma vez á porta. Bati duas. Bati três. E nada. Não havia resposta do outro lado, então decidi abrir a porta sem o consentimento deles.
Quando abri deparei-me com eles os dois deitados na cama abraçados, a dormir. Talvez existisse ali mais alguma coisa do que amizade.
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Sai do quarto sem fazer barulho e fui avisar a minha mãe que eles não iriam jantar porque estavam a dormir.
***
Acordei por volta das nove da manhã, vesti-me e fui até á cozinha tomar o pequeno-almoço. Na cozinha só estava a minha mãe e percebi que eles ainda estavam a dormir. Ia chama-los quando oiço um barulho vindo do quarto da Tânia. Não sabia o que era mas á medida que me aproximava da porta o barulho tornava-se mais audível. Aquele barulho parecia a cama da Tânia a chiar. Será que eles estavam a …? Não. Ela não era capaz de fazer isso comigo e com a mãe cá em casa. Abri um pouco a porta para poder ver o que eles estavam a fazer.
O que é que eles estarão a fazer?

Olá!
Queria pedir desculpa pelo tempo que passei sei postar mas como vos disse fiquei sem o computador onde tinha os textos da fic. Espero que não tenham deixado de seguir a fic. Também criei um facebook para a fic (http://www.facebook.com/tania.matos.7712).
Espero que gostem e deixem os vossos comentários!
Bjs Tânia

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Más Noticias

Olá!
Hoje ia para postar um novo capitulo quando me deparo com uma coisa estranha do meu computador. O ecrã estava estranho. Depois de eu e o meu padrasto ver-mos o que se passava chegamos á conclusão que a placa gráfica estragou-se de vez. Sim de vez porque já algumas semanas atrás aconteceu o mesmo ao meu computador. Pode parecer estranho mas depois de varias tentativas de por-mos a placa gráfica a funcionar, o meu padrasto decidiu por a placa dentro do forno pré-aquecido durante 9 minutos. Achei estranho quando ele me disse o que iria fazer e ainda o chamei de maluco mas a verdade é que resultou mesmo e começou a funcionar. Depois disso estava como novo até hoje.
Portanto terei de comprar uma placa nova e não sei quando isso será pois terei de ser eu própria com o meu dinheiro a comprá-la pois segundo a minha mãe se soube estraga-la também sei comprar uma nova. Tentarei  juntar dinheiro o mais rápido possível para que logo consiga comprar uma nova.
Como já vós disse, não irei perder nada da fic, o que me deixa mais descansada e assim que tiver o computador arranjado irei logo postar.
Espero que compreendam e peço desculpa!
Bjs Tânia

P.S: Peço-vos que venham a este post (http://thefuckingroad.blogspot.pt/2012/11/encerramento-da-fic-sim-ou-nao.html) e nós digam, a mim e á minha colega, o que acham que devemos fazer em relação é fic.

domingo, 28 de outubro de 2012

24º Capitulo – “Quem disse que cê não é?”

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(Rodrigo)


Dei-lhe licença para entrar e ela o assim o fez. Ficamos frente a frente e um silêncio constrangedor apoderou-se sobre nós, apenas se ouvia o ruído vindo da televisão. Dirigimo-nos para a sala, onde nos sentamos em sofás diferentes. Decidi começar a falar pois sabia que ela não o iria fazer.
Rodrigo – Pensava que você já não vinha.
Tânia – Mas vim.
Rodrigo – Pois. E como é que ficamos?
Tânia – Como assim?
Rodrigo – Como é que ficamos depois do que aconteceu ontem?
Tânia – Não ficamos. Cada um segue com a sua vida. – Fiquei desiludido com a resposta dela. Afinal ela não sentia o mesmo que eu. – Estás bem?
Rodrigo – O que é cê acha? – Gritei, o que fez com que ele se assustasse um pouco.
Tânia – Não sei por isso é que perguntei. – Notei que na sua voz havia uma ponta de medo. Não lhe queria meter medo, longe de mim causar-lhe isso.
Rodrigo – Me perdoa mas eu gosto mesmo de você e saber que você não sente o mesmo por mim fico triste e desiludido. – Ela se levantou e se sentou a meu lado.
Tânia – Rodrigo, tu não gostas de mim como dizes. O… - Não conseguia estar ali ouvi-la a dizer aquilo. Então interrompi-a.
Rodrigo – Cala a boca. Cê não sabe do que fala. – Disse levantando-me e gritando que nem um louco.
Tânia – Primeiro, não me mandas calar e segundo eu sei bem do que falo porque não te dei razões nenhumas para te apaixonares por mim. – Gritou também, agora estávamos frente e frente.
Rodrigo – Eu mando calar que eu quiser.
Tânia – Tu mandas calar aquelas que mal te conhecem, abrem logo as penas. Essas sim, podes mandar calar. – Gargalhei. – Achas piada?! Então quero ver se também achas piada á minha mão na tua cara.
Rodrigo – Cê vai bater é?
Tânia – Se for preciso vou. Porque não te admito que fales assim comigo.
Rodrigo – Eu falo com você como bem eu entender.
Tânia – Eu não sou daquelas que comes, falas como queres e depois deitas fora.
Rodrigo – Quem disse que cê não é? – Olhei-a. Vi nos seus olhos formarem-se pequenas lágrimas. Tudo por causa das horríveis palavras que tinha dito. Mas porque é que sou tão estúpido? Gosto tanto dela mas ela me consegue tirar do sério e me fazer jogar palavras pela boca fora.
Tânia – Odeio-te! – Deu-me um estalo para depois me empurrar. Agarrei-a para me poder equilibrar mas como sou muito mais forte do que ela, acabei por leva-la comigo e caímos os dois em cima do sofá. Ela por cima e eu por baixo.
Os nossos olhares eram intensos.
O meu olhar era dividido entre os seus olhos e os seus lábios. Uma vontade abrasadora de a beijar se apoderou de mim. Não fiz por menos e beijei-a. Beijo, esse que foi totalmente correspondido por ela, aliás foi ela que o intensificou, onde as nossas línguas exploravam a boca um do outro.
Sem nunca quebrar o beijo me tentei pôr por cima mas como o sofá era bem estreito acabamos por cair no chão. Desta vez ela por baixo. Pensei que ela se tinha aleijado mas como ela não se queixou não me preocupei.
Senti a sua mão por baixo da minha camisola e o meu auto-controlo desapareceu totalmente. Rapidamente ela me tirou a camisola com a minha ajuda, parei de a beijar e comecei a distribuir beijos entre o seu maxilar, pescoço e decote visto que ainda tinha a sua blusa vestida.
Coloquei a minha mão por baixo da sua blusa. Assim que a pus houve um “choque” entra nós, o que me retirar a mão.
Enquanto nos beijávamos voltei a colocar a mão debaixo de sua camisola e agora retirei-a de uma só vez. E pela primeira vez pude visualizar um pouco das suas curvas.
Deixei de beijar seus lábios para voltar a beijar o seu maxilar, o seu pescoço e agora para beijar a sua barriga também. Fiz o percurso de volta para os seus lábios. Enquanto eu distribuía os beijos, ela ia soltando pequenos gemidos
Estava sendo um sonho estar assim com ela. Mas como tudo o que é bom acaba fomos interrompidos pelo som de um telemóvel. Não era o meu portanto só podia ser o dela. Mas o dela tinha caído no mar. Será que tinha comprado um novo?
Ao início ignoramos mas estavam a insistir tanto que interrompemos o que estávamos a fazer para ela poder atender a chamada.
A conversa foi rápida e assim que terminou, ela se começou a vestir.
Rodrigo – Onde cê vai?
Tânia – Vou-me embora.
Não me deu tempo para responder mais e foi-se embora. Levantei-me, dei um chuto no sofá e depois passei a mão pela cara.Peguei na t-shirt, vesti-a e me sentei no sofá.Estava fulo por ela se ter ido embora assim. Ela com tão pouco conseguia deixar-me louco.


(Tânia)
Assim que o meu telemóvel tocou fez-me acordar daquele transe e fazer perceber que não queria fazer aquilo. Paramos com o que estávamos a fazer e fui atender o telemóvel rapidamente.
Era a minha mãe a dizer-me que tinha que ir rapidamente para casa e assim o fiz. Ele ainda tentou reclamar mas não teve sucesso.
Apanhei o autocarro que passava perto de casa e rapidamente cheguei. Abri a porta de casa e dirigi-me para a sala.
Não podia acreditar no que via.
O que é que a Tânia terá visto?
 
Olá!
Espero que gostem e comentem! Vi que capitulo anterior tive muito poucos o que me deixou um pouco desiludida. Queria-vos perguntar uma coisa em relação á outra fic. Eu e a minha colega estamos a criar outra fic. Mas está está a ficar mais organizada do que a “The Fucking Road”. Preferem que encerremos a “The Fucking Road” e comecemos com a outra, e sendo assim postaremos com mais regularidade ou preferem que continuemos com a “The Fucking Road” e comecemos com a outra e assim postaremos com menos regularidade. Os vossos comentários ajudaram e muito para esta decisão.
Bjs Tânia

sábado, 20 de outubro de 2012

23º Capitulo – “(…)festa privada entre ti e o teu amigo (…)”

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Rodrigo

Depois de ter procurado na casa toda. Sentei-me na cama e quando olho para a mesa-de-cabeceira vejo um papel escrito. Apressei-me a lê-lo.

“ Desculpa ter saído assim mas tinha coisas combinadas com a Madalena e não deu para esperar.
Precisamos de falar sobre o que aconteceu.
Desculpa mais uma vez!
Beijos Tânia”

Quando acabei de ler o papel deitei-me um pouco na cama. Ainda sentia o perfume dela.
Amo-a? Não sei. Mas estou-me a apaixonar? Não há dúvidas nenhumas que sim.

Tânia

Acordei e levantei-me logo. Percorri a casa e não havia sinal do Rodrigo. Quer dizer traz-me para casa dele e depois o paspalho vai-se embora logo de manhã?
Quando estava a passar pelo hall, olho para cima de uma mesa que ele lá tinha e vejo uma foto que me deu uma enorme vontade de rir.
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Pousei a foto e fui até ao quarto. Sentei-me na cama e olhei para todos os cantos daquele quarto. Olhei para o relógio e quase me assustei. Eram dez da manhã e eu tinha com a Madalena ás dez e meia á porta de minha casa. Calcei-me e antes de sair de casa dele ainda lhe deixei um bilhete.
Apanhei um autocarro e rapidamente cheguei a casa. Assim que cheguei a casa a minha irmã estava sentada no sofá.
Catarina ( irmã) – Olha quem é vivo sempre aparece.
Tânia – Como vês estou viva.
Catarina – Pois mas podias ter avisado que não vinhas dormir a casa.
Tânia – Pois. Desculpa.
Catarina – E a festa foi boa?
Tânia – Foi porque?
Catarina – Tânia, eu não me estou a referir a essa festa. Estou-me a referir á festa privada entre ti e o teu amigo que te veio cá buscar.
Tânia – MAS TU ÉS PARVA, OU FAZESTE?!
Catarina – Pronto. Já vi que foi boa.
Tânia – Entre mim e o Nico não houve nada. – Frisei a palavra nada.
Catarina – Se tu o dizes.
Nem lhe respondi e fui para o meu quarto. Mas será que só estou rodeada de malucos?
Tomei um banho rápido e vesti uma camisola verde azulada com uns calções amarelos e umas vans amarelas com desenhos a preto.
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Assim que sai do quarto já a Madalena estava na sala á minha espera. Saímos de casa e fomos apanhar o autocarro.
Madalena – Então como foi a festa ontem?
Tânia – Correu bem.
Madalena – Encontraste alguém indesejado?
Tânia – Óbvio que encontrei.
Madalena – E eu a pensar que iam resolver as coisas.
Tânia - Não havia para resolver.
Madalena – Claro que não. Mas isso agora não interessa. A tua irmã disse que tiveste uma festa privada com o Nico. – Bufei.
Tânia – Mas tu ainda acreditas nela. Só porque não passei a noite em casa. Não quer dizer que tenhamos feito alguma coisa. Compreendido? – Quando acabei de falar tínhamos chegado ao estádio. Dirigimo-nos para o bar e enquanto ela entrava para de trás do balcão, eu sentei-me numa das cadeiras que estava fora do balcão.
Enquanto a Madalena estava dentro da cozinha a preparar a comida, eu estava ao balcão a atender os clientes. Estava a apontar um pedido quando vejo o Rodrigo ao longe, apontei a pedido rápido e fui a correr para dentro do balcão para ele não me ver. Mas não corri depressa o suficiente visto que ele me viu e veio na minha direção. Fingi que não o tinha visto e continuei o que estava a fazer.
Acho que ele percebeu o que eu estava a fazer e foi-se sentar numa mesa, assim tinha de obrigatoriamente de falar com ele. Assim que cheguei, ele sorriu.
Tânia – O que é que vais querer?
Rodrigo – O que eu vou querer não. O que eu quero é falar contigo sobre o que se passou ontem á noite.
Tânia - Acho que não estamos no sitio indicado para falar.
Rodrigo – Então fazemos assim, hoje quando saíres daqui vais até a minha casa para falarmos. Se não apareceres sei onde te encontrar e ai falamos e não me importa o sítio.
Tânia – Ok. Por volta das sete estou em tua casa.
Rodrigo – Fico á sua espera. – Saiu. Respirei fundo e voltei para dentro do balcão. Reparei que toda a gente estava a olhar para mim. Senti-me bastante desconfortável. Vi que a Madalena também me olhava.
Tânia – O que foi?
Madalena – Por momentos pensei que o bar vinha a baixo.
Tânia – E porque raio isso devia acontecer?
Madalena – Porque tu e ele a partilharem o mesmo espaço e o mesmo ar nunca se sabe o que vai acontecer.
As horas passaram a correr e quando olhei para o relógio já passavam das sete. Rapidamente sai do bar e fui em direcção a casa do Rodrigo.

Rodrigo

Depois de a ver no bar, fui até casa visto que hoje não tinha treino á tarde. Vi as horas passar e quando chegou as sete fiquei atento á campainha mas os minutos passavam e ela sem aparecer.
Já sabia que ela não vinha! Que cobarde! Mas ela quem nem pense que me vai escapar, vamos ter esta conversa quer seja a bem quer seja a mal.
Estava perdido em pensamentos quando a campainha, levantei-me e fui até á porta, espreitei pelo buraco da porta e constatei que era a Tânia. Rapidamente abri a porta.

Como irá correr a conversa?

Olá!
Depois de uma semana muito atribulada foi o que saiu. Foi o que a minha inspiração permitiu.Espero que gostem e comentem.
Bjs Tânia

sábado, 13 de outubro de 2012

22º Capitulo – “Porque sou bem-educada.”




Rodrigo

Fiquei olhando para ela, não estava entendendo o porque de ela ter terminado o beijo assim.
Rodrigo – O que é que se passou?
Tânia – O que é que se passou? – Gritou. Agora sim não estava entendendo nada. – O que se passou é que acabei de ficar sem telemóvel.
Rodrigo – Hãn?! Ficaste sem telemóvel? Como assim?
Tânia – O meu telemóvel caiu lá para baixo. – Não me contive e gargalhei bem alto. – Vá goza. A culpa é toda tua.
Rodrigo – A culpa é minha? – Disse me aproximando dela.
Tânia – Sim. É o que dá seres irresistível. – Sorri que nem um bobo. Abracei-a e elevei-a um pouco no ar para depois a beijar.
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Ela também sorriu. Estava sendo tão bom este momento com ela, tão perfeito. Voltou a sentar-se no muro e eu fiquei em frente dela.
Rodrigo – E agora que cê vai fazer?
Tânia – Não sei. Mas aquele telemóvel já era tão especial.
Rodrigo – Porquê?
Tânia – Tenho o desde dos meus nove anos. – Gargalhei.
Rodrigo – Cê têm aquele telemóvel desde dos nove anos? Então aquele foi o seu primeiro telemóvel?
Tânia – Yap. – Gargalhei ainda mais alto. – Podes parar de te rir. É que não sei se reparaste ficamos sem lanterna.
Rodrigo – Mas temos o reflexo da lua. O que torna isto mais romântico.
Tânia – Claro… - Não deixei ela mais falar e beijei-a. Como eu amava beijar ela. Sentir seus lábios suaves nos meus. Ficamos abraçados durante um tempo. Sem falar um com o outro. Senti a sua respiração pesada no meu ombro.
Rodrigo – Tânia , cê tá a dormir?
Tânia – Huumm-huumm.
Rodrigo – Então se você está a dormir porque respondeu?
Tânia – Porque sou bem-educada. – Sorri.
Rodrigo – Anda. Vamos embora.
Fomos para o carro. Pu-la dentro do carro e entrei também. A viagem para Lisboa foi feita em silêncio e quando chegamos a Lisboa ia perguntar-lhe onde morava mas vi que estava dormindo. Como não a queria acordar, conduzi até á minha casa.
Parei o carro, olhei p’ra ela. Ela até a dormir é perfeita. Abri a porta do lado dela e tentei acorda-la. Assim que acordou saiu do carro, bastante ensonada. Começou a andar aos ziguezagues que só podia ser derivado ao sono. Entramos no prédio e chamei o elevador. Tivemos de esperar um pouco mas logo que chegou entramos dentro deste. Do meio do nada abraçou-me. Olhei para ela e vi que se tinha deixado dormir outra vez. Sorri e dei-lhe um beijo na testa. 22 capitulo - 2 imagem
Assim que elevador deu o sinal de que já tinha chegado, comecei a andar com ela agarrada a mim. É incrível como é que se consegue dormir em pé e ainda andar.
Abri a porta de casa e depois de entrar fechei a mesma. Peguei nela tipo noiva e deitei-a na minha cama.
Depois de a deitar, sai do quarto e fui dormir para o quarto de hóspedes.
***
Acordei bem cedo, apesar de a vontade era ficar na cama até ao meio-dia mas tinha treino. Levantei-me e fui até ao meu quarto ver como estava a Tânia. Abri um pouco a porta e pude ver que continuava a dormir, entrei sem fazer barulho e fui tirar uma roupa e o saco para treino. Antes de sair ainda lhe dei um beijo na testa.
A manhã passou no instante, o Bruno ainda tentou que almoçasse com eles. Coisa que não aconteceu por causa da Tânia. Óbvio que não lhes disse o verdadeiro motivo.
Assim que cheguei a casa fui directamente ao quarto mas este estava vazio e já com a cama feita. Percorri a casa toda mas ela não se encontrava em nenhuma divisão.
Onde estará a Tânia?
Olá!
Consegui por hoje o capitulo. Espero que gostem e comentem. Fiquei um pouco desiludida quanto aos comentários do capitulo anterior. Fiquei com a impressão que o capitulo ficou aquém das espectativas. Espero que este esteja melhor.
Bjs Tânia 

Pequenas Informações

 

Venho aqui apenas para dar um pequena novidade. Antes de eu criar esta fic, eu escrevia uma com duas amigas minha a Catarina e a Joana. A fic parou de ser atualizada quando entrámos de férias de verão e desde de então não postamos mais nada. Depois de conversar-mos um pouco, onde ainda pensámos em acabar com ela, chegamos á conclusão que iremos continua-lá. Mas  apenas eu e a Joana. Quanto á Catarina escreverá quando lhe apetecer. Sendo assim eu e a Joana iremos tomar rédeas á história da Catarina e esperemos que vos surpreenda e que gostem de todas a personagens. Para quem não sabe a fic chama-se “ The Fucking Road”  e foi criada a partir de um trabalho meu que tive de apresentar a Português. Deixo-vos aqui o link caso queiram dar um espreitadela.  http://thefuckingroad.blogspot.pt/.

Uma amiga minha pediu para divulgar umas petições e sendo assim vou divulga-las aqui. Gostava que vocês as assinassem, significaria muito para mim e para ela. Eu já assinei e muitas outras pessoas também. São petições contra touradas e outra pela substituição da experimentação animal por alternativas. Deixo-vos aqui os links para casa estiverem interessadas. http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=010BASTAhttp://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=experani

Também venho partilhar a minha felicidade pelo Rodrigo ter marcado 4 golos frente á Dinamarca pela Seleção Espanhola de Sub- 21.

Agora quanto ao capitulo, em breve o postarei apenas me falta rever o capitulo e amanhã ou talvez ainda hoje o meto.

 

Bjs Tânia

 

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