segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

31º Capitulo - “Afasta-te deles.”


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(Tânia)
O que tinha acontecido não podia voltar acontecer. Sei que foram uns simples beijos mas para ele foi mais que isso. Olhei para ele que dormia profundamente. Uma luz vinda da rua incidia no quarto tornando-o mais claro. Com as pontas dos dedos passei levemente na sua cara adormecida. Como eu podia magoar assim uma pessoa que gostava tanto de mim? Que me tenta proteger? Que raio de pessoa sou eu? Magoo as pessoas que mais gostam de mim. Não é justo para ele o que eu estou a fazer.
Devagar retirei o braço dele que estava pousado na minha cintura e levantei-me da cama, onde calcei os sapatos. Olhei novamente para ele que continuava a dormir. Aproximei-me dele e desviei os cabelos que lhe incidiam sobre a testa e beijei-a bem devagarinho para depois sair de casa dele.
Sentei-me na paragem de autocarro mais próxima da casa dele. Olhei para o relógio e este marcava dez da manhã. A esta hora já não valia a pena ir para as aulas. Sentei-me no banco que havia na paragem e a meu lado estava um casal. Pareciam muito apaixonados. Não pareciam estavam mesmo. As coisas que diziam um ao outro, a forma como se beijavam que fazia mostrarem o carinho, o amor que sentiam um pelo outro. Foi impossível não olhar. Será que eu se não tivesse tão indecisa estaria assim neste momento?
Coloquei nos fones nos ouvidos de forma a não ouvir as coisas lindas que aquele casal dizia um ao outro.
Não demorou muito até o autocarro chegar. E passada uma hora já tinha chegado a casa.
Assim que cheguei a casa, gritei pela minha mãe mas felizmente tanto ela como a minha irmã não estavam em casa. Fui até ao meu quarto, pousei as coisas de cima da secretária e deitei-me na cama onde adormeci.
***
Acordei com alguém a mexer-me no cabelo. Abri lentamente os olhas e vi que era a minha irmã. Ela sorriu assim que viu que tinha acordado.
Estava com uma enorme dor de cabeça.
- Está tudo bem? – Perguntou-me com uma cara de preocupada.
- Está. Porque? – Apesar de ser mentira. Não percebi o porque de ela me perguntar isso.
- Porque ia buscar-te á escola para irmos almoçar. E não te vi lá. E depois encontrei a Madalena que estava super preocupada por tu teres faltado. Sem excluir o facto que não dormiste em casa. Onde é dormiste? – Certamente não lhe ia dizer que tinha dormido em casa do Nico. Só queria esquecer que isso tinha acontecido tanto para o meu bem como para o dele.
- Em casa de uma colega. – Menti outra vez.
- Ok. Daqui a pouco vou fazer o jantar, já que a mãe hoje não janta em casa. – Dei-me um beijo na testa e saiu do meu quarto. Estranhei quando ela disse fazer o jantar. Já era assim tão tarde. Olhei para o relógio e constatei que realmente já era um pouco tarde e que tinha dormir a tarde toda. Para o jantar não demorar muito a ser feitos pois estava com uma fome de leão, ajudei a minha irmã a faze-lo.
***
Depois de termos jantado a minha irmã tinha ficado a limpar a cozinha e eu aproveitei e pelo quarto da minha irmã fui para o telhado pois era a única divisão que dava para aquele sítio, onde fiquei a admirar Lisboa á noite. Isto fazia-me bem quando tinha de pensar. E certamente tinha muito em que pensar.

(Catarina)
Acabei de limpar e dirigi-me para o meu quarto. Assim que entrei reparei que a janela estava aberta e isso só significava uma coisa, a minha irmã estava no telhado. E agora tinha a certeza que ela não estava bem.
Sentei-me a seu lado no telhado. Ela olhou-me e vi os seus olhos cheios de lágrimas. Não sabia o que tinha mas um coisa era certa odiava vê-la naquele estado.
Não lhe perguntei nada, apenas a abracei. Nunca a vira chorar tanto. Era assustador, agoniante o seu choro.
- Não. Não estou bem. – Falou. Era como estivesse a responder novamente á pergunta que lhe havia feito á algum tempo atrás.
- Queres contar-me o que se passou? – Falei calmamente. O seu chora já tinha acalmado.
- Lembraste do Nico? – Abanei a cabeça em sinal de afirmativo. – E de eu te falar sobre o Rodrigo? – Assim que ela referiu estes dois nomes percebi logo tudo. Não foi preciso ela dizer mais alguma coisa. – Bem ao que parece o Rodrigo disse ao Nico que gostava de mim ao que o Nico lhe respondeu que também gostava de mim. – As lágrimas que á pouco haviam secado voltaram á aparecer. – Ontem o Nico mandou-me uma mensagem para ir ter com ele e perguntou-me se gosto Rodrigo.
- E o que é que respondeste? – A curiosidade apoderou-se de mim pois eu sabia que ela gostava dele, talvez até o amasse mas também sabia que ela era bem capaz de não admitir isso ao Nico.
- Talvez. – E ai estava a minha confirmação. Ela não teve coragem de admitir ao Nico que está apaixonada pelo rapaz que a faz perder as estribeiras. – O que é que faço? – Falou sem olhar para mim. Eu só conhecia uma solução para este problema dela.
- Afasta-te deles. – Falei com uma enorme calma para ela perceber que não estava a brincar com ela. Ela olhou para mim rapidamente. Vi o desespero no olhar dela. Era bastante obvio que ela não se queria afastar de nenhum. – É o melhor para ti e para eles. Tu vais acabar por magoar não só a eles como a ti. Tens de perceber o que sentes por cada um até ai afastaste dele para não andares a brincar os sentimentos deles.
- Eu não faço isso de propósito. – Notei que a sua voz estava a ficar tremula o que significava que estava prestes a começar a chorar. Aproximei-me ainda mais dela e afaguei os seus longos cabelos castanhos.
- Eu sei que não fazes de propósito. Mas é o melhor para os três. E se eles gostarem tanto de ti como dizem vão perceber o porque de te afastares deles.
- Achas que é mesmo isso que deva fazer? – Abanei a cabeça em sinal de afirmativo. – Então… Acho que é mesmo o que vou fazer. É o melhor para os três. – A sua voz mostrava a insegurança que ela tinha ao fazer isto.
- Eu vou tomar banho. Ficas aqui? – Perguntei-lhe.
- Sim. Fico aqui mais um pouco.
- Não fiques aqui muito tempo que te constipas. – Dei-lhe um beijo na nuca e sai do telhado.

(Tânia)
Por mais que não quisesse fazer, a minha irmã tinha razão era melhor para os três. Deitei-me no telhado a observar o céu que hoje até estava bastante estrelado.
Senti pela milésima vez o meu telemóvel a vibrar, não havia atendido as outras vezes pois estava a falar com a minha irmã mas sabia perfeitamente quem era. Assim que olhei para o ecrã confirmei a minha especulação. Era o Nico. Decidi não atender. Se tinha de me afastar dele era agora que tinha de começar.
Levantei-me ficando assim em pé de cima do telhado. Só que o meu telemóvel caiu-me das mãos e escorregou para aquela parte de metal por onde escorre a água da chuva.
Lentamente andei até á ponta do telhado mas o impensável aconteceu. Tropecei numa telha solta e só tive reação para me agarrar á coisa de metal ficando assim pendurada.
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Será que alguém a irá ajudar?
Ou terá de se desenrascar sozinha?
Olá!
Em primeiro queria pedir desculpas por só postar agora mas nesta ultima semana foi de louco com testes de segunda a quinta sem parar.
Espero que gostem e comentem.
Bjs Tânia

sábado, 26 de janeiro de 2013

30º Capitulo – “Tu… tu… tu prometes-te”

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(Nico)
Assim que lhe perguntei o que passava pela minha mente, ela arregalou os olhos. Aposto que se ela estivesse a beber água tinha me molhado todo. Ela permaneceu calada. Sinceramente não sabia o que aquilo queria dizer. Gosta ou não dele? Ela coçou ligeiramente a testa.
- Então? – Falei impaciente.
Por um lado queria saber pois assim ficava tudo esclarecido mas pelo outro tinha medo, medo de ela me dizer que o ama e que eu para ela sou apenas amigo. Ela já o me tinha dito mas sempre tive aquela esperança. Afinal ela é a ultima a morrer, não é?
- Eu…eu…- Ela estava a hesitar. Isso queria dizer alguma coisa? – Mas porque é que queres saber isso? – Mudou totalmente o assunto da conversa. Será que o meu coração tinha razão? Ela gostava dele, só que não me dizia porque tinha medo me contar porque sabia que eu poderia reagir mal.
- Tânia! Prefiro que me contes, de que vir a saber por outros. – Ela suspirou. – Prometo que não me afasto de ti apesar do que disseres aqui.
- Prometes? – Perguntou para se assegurar que dizia a verdade. Eu estava a prometer aquilo mas sinceramente não sabia como iria reagir se ela me dissesse que o amava a ele e não a mim. Abanei a cabeça em sinal de afirmativo.
Ela respirou fundo para ganhar coragem. Era agora. Era agora que ela me ia dizer uma vez por todas se gostava dele ou não.
De repente arrependi-me de lhe ter perguntado, não quero saber a resposta. Quero que a nossa amizade fique igual. Não quero ouvir ela a dizer-me que o ama e que eu sou apenas um amigo. Vai doer demasiado e eu não quero voltar a sofrer por causa de uma rapariga. Por causa do amor que sinto e que não é correspondido. Já passei por isso e é muito doloroso. Não digas nada por favor. Imploro-te.
Não conseguia parar quieto com as mãos. Era um vício, não era bem um vício, era um sinal de nervosismo.
- É bastante contraditório o que eu sinto por ele. – Como assim contraditório? – As vezes tenho vontade de o esbofetear mas outra a minha vontade de o beijar até não conseguir mais respirar. – Eu sabia. Ela gosta dele. E eu?
- Ama-lo? – Queria ter a certeza. O meu coração batia descompassadamente. Nunca o meu coração batera assim tão rápido. Mas também nunca gostara assim tanto de uma rapariga. Sem me aperceber uma lágrima escorre pelo meu rosto. Limpei-a imediatamente. Não queria que ela visse que me estava a destroçar completamente.
- Talvez… - Disse num sussurro mas ainda audível. Olhei directamente para os olhos dela. Era a primeira vez desde do início da conversa. Já várias lágrimas escorriam pelo meu rosto. Ela apressou-se a limpa-las com o seu polegar. Retirei a sua mão da minha cara.
- E eu? – Apesar de saber o que ela iria dizer queria que ela o voltasse a dizer. Se me iria destroçar ainda mais? Iria mas assim esclarecia o meu coração. Assim que lhe perguntei ela baixou o olhar.
- Eu só te consigo ver como um amigo. Desculpa. – E as minhas esperanças desapareceram a voar. Ai vai ela embora juntamente com o meu coração que ficou reduzido a nada.
- Sai… - Pedi-lhe. – Por favor vai-te embora. – Olhei para ela. Vi que os seus olhos estavam a ficar humedecidos. Desviei o olhar. Não a queria ver chorar por mim causa. Por causa de eu não aguentar o que ela disse que me destruiu o coração em pedaços mas que o reduz em pó quando a vejo a chorar sabendo que o culpado sou eu. – Não consigo estar na tua presença. – Disse ligando a TV. De repente comecei a ouvir os seus soluços causados pelo seu choro.
- Tu… tu… tu prometes-te. – Disse fungando. Ela tentava não chorar mas assim que a olhei ela desatou a chorar intensamente. Doía mais vê-la chorar por minha culpa do que ela me dizer que não sentia o mesmo por mim.
Ela passou as mãos pela sua cara limpando logo as lágrimas que desciam brutalmente pela sua cara. Ela levantou-se, pegou nas suas coisas e saiu da divisão. Naquele momento percebi o quanto parvo eu tinha sido. Levantei-me rapidamente. Assim que estava em pé uma dor forte apoderou-se do meu pé mas não queria saber, a única coisa que queria saber era da Tânia. Corri o mais rápido que o meu pé permitiu. Ela estava a abrir a porta mas eu não permiti que a abrisse mais e fechei-a. Ela olhou-me com cara de quem não estava a perceber o que estava acontecer.
Quis ser egoísta. Quero a só para mim. Tenho esse direito, não é? Esqueci por momentos o que ela me havia dito á momentos e beijei-a com todo o amor que sinto por ela. Ao contrário do que pensei ela correspondeu ao beijo mas lágrimas voltaram a cair pelo seu rosto. Parei de beija-la e com os meus polegares limpei-lhe as lágrimas que escorriam. Ela continuava com os olhos fechados e foi por sua iniciativa que nos voltamos a beijar. Não sabia o que lhe estava a passar pela cabeça.
Puxei-a ainda mais para mim anulando assim o espaço existente entre nós. Uma coisa levou á outra e quando reparei já estávamos os dois deitados na minha cama.


Como ficará amizade deles depois destas revelações?

domingo, 20 de janeiro de 2013

29º Capitulo – “Eu amo-te, porra!”

 

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(Flávio)

Ao que parece este não tem sido o meu ano, depois de ter saído do hospital ainda com algumas mazelas que ainda se faziam notar no meu rosto e em todo o corpo quase que ia sendo atropelado. Fiquei com o coração nas mãos, não queria ir novamente para uma cama de hospital.

Tive sorte que ele parou a tempo e o carro nem me tocou. De lá dentro saiu o Rodrigo, jogador do grande glorioso. Vi que tinha ficado preocupado mas depressa o descansei afirmando que estava bem.

O dia seguinte chegou e com isso o meu regresso ás aulas. Na verdade não tinha muitas saudades daquilo, apenas tinha saudades de entrar por aquele porta e ver a Tânia com o seu maior sorriso. Posso ficar aqui a fantasiar sobre ela, é o que neste momento só posso fazer. Porque se me tentasse aproximar dela, não tinha as menores duvidas que ela me dava um par de estalos.

Cheguei á escola e toda a gente que conhecia veio ter comigo a perguntar se já estava melhor. Respondi-lhes que sim mas o meu olhar percorria aquela gente toda para ver se a encontrava mas não.

Tocou e fui para a sala. Quando entrei deparei-me com o lugar que havia ao lado da Tânia vazio. Era a minha oportunidade. Não perdi tempo e sentei-me a seu lado.

Ela voltou-se para mim com um sorriso nos lábios pensando que seria a Madalena que se tinha sentado a seu lado mas quando me viu o seu sorriso desapareceu e voltou-se rapidamente para a frente.

- Olá! – Falei na esperança que ela me falasse de volta. – Tudo bem? -Ela olhou para mim com cara de poucos amigos.

- O que é que queres? – Disparou. Sabia que iria ser difícil voltar a aproximar-me dela.

Não respondi mais visto que a stora entrou na sala. Depois de todos me desejarem as melhoras começamos a dar matéria. Estava mesmo á toa. Não percebia nada daquilo.

- Podes-me ajudar neste exercício? – Pedi-lhe apontando para o mesmo. Olhou-me e depois pegou na minha folha e começou a explicar.

Por mais que quisesse estar atento ao que ela explicava, não conseguia para de olhar para ela. Amava da forma dela de falar, de explicar, de por o cabelo para trás da orelha, amava tudo nela.

- Estás-me a ouvir? – Disse estalando os dedos em frente da minha cara para me acordar do transe em que estava.

- És linda! – Não resisti em dizer. Ela revirou os olhos e continuou a explicar mas mais uma vez não consegui estar atento ao que ela dizia.

-Importas-te de estar atento. Estou aqui á milhares de anos a tentar explicar-te as coisas e tu estás sempre distraído. – Refilou. Continuou a explicar e finalmente consegui perceber. Ela voltou a fazer o seu exercício.

Rasguei um pouco de um papel que tinha na mochila e escrevi nele.

“ Sabes bem que eu te amo!”

Ao que ela respondeu.

“ Quem ama não trai.”

Tocou e ela rapidamente saiu da sala e eu fiquei a olhar para o papel. Arrumei as minhas coisas e fui á procura dela. Encontrei-a junto a uns colegas e assim que cheguei ao pé deles puxei-a pelo braço e afastei-me um pouco deles.

- Ainda não acabamos de falar.

- Nem começamos portanto não estou a ver qual é a tua.

- Não estás! Eu amo-te, porra!

- Ai amas!? – Gritou. – Que raio de amor era esse? Quem ama não trai. E pelos visto não me amavas tanto como dizes. Eu senti-me lixo quando descobri que me traias-te. – Neste preciso memento já colegas nossos se tinham juntando a nós para perceber o que era aquela gritaria toda. – Percebe Flávio acabou. Eu já não te amo. Segue em frente que eu já fiz o mesmo. Vai meter os cornos a quem quiseres mas a mim já não voltas a fazer isso. – Disse com alguns do nossos colegas a segurarem-na pois estava a ver que ela me batia. Sinceramente não ia doer mais do que as palavras que ela acabava de proferir.

(Tânia)

Depois daquela pequena discussão com o Flávio finalmente senti-me livre. Aquele capítulo da minha vida tinha ficado encerrado e nunca mais se iria abrir. Sorri com esse pensamento.

- Estou a ver que aquela discussão te fez bem.

- É. Finalmente posso por o passado para trás das costas.

- E podes começar a pensar no presente. E a primeira coisa que devias fazer era falar com o Rodrigo. – Olhei para ela de uma forma que mais parecia que a ia matar.

- Madalena, não comeces. – Odeio quando ela começa com esta conversa.

Continuamos a conversar sempre sem mencionar o nome Rodrigo e Flávio até que recebo uma mensagem do Nico a dizer-me que precisava de se encontrar comigo rapidamente. Não percebi o porque da mensagem e quando as aulas acabaram fui rapidamente até a casa dele.

Assim que cheguei fiquei surpresa quando ele abriu a porta. Estava de canadianas. Cumprimentei-o.

- O que é que se passou? – Perguntei enquanto nos sentávamos no sofá.

- Aleijei-me no treino.

- Mas vais ficar bem?

- Sim. Vou é ficar um mês e meio sem jogar. – Notei uma grande tristeza na sua cara. Mas quem teria sido o palhaço que terá feito aquilo?

- Mas quem é que te fez isso?

- O Rodrigo! – Fiquei chocada mas como é que ele podia? Por que razão fez o que fez ao Nico.

- Mas porque é que ele te fez isso?

- Não sei. Diz-me tu. – Não estava a perceber onde ele queria chegar. Mas porque carga de água haveria eu de saber a razão pela qual ele fez aquilo. Ele pela mim cara percebeu que eu não estava a entender o que ele queria dizer.

- O que queres dizer com isso?

- Vou ser mais explícito. Tu gostas do Rodrigo?

O que responderá Tânia?

Olá!

Primeiro queria a vos pedir desculpa por não ter atualizado a fic no fim de semana passado mas infelizmente fiquei doente, chegando a ter febre e não consegui fazer nada.

Segundo notei que os comentários no ultimo capitulo não foram muitos e gostava que deixassem o vosso feedback. É importante para mim.

Espero que gostem e comentem.

Bjs Tânia

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

28º capitulo – “Você está bem?”

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Rodrigo)

Sai o mais rápido daquela sala, não conseguia estar ali nem mais um segundo na sua presença, era doloroso demais saber que um dos meus melhores amigos gostava da mesma rapariga que eu e que tinha uma pequena vantagem sobre o coração dela visto que eles se davam bem o que connosco acontece precisamente o contrário.

Dirigi-me para a garagem o mais rápido possível. Passei pelos meus colegas de equipa sem me despedir coisa que eles estranharam visto que me chamaram. Eu apenas levantei a mão em forma de despedimento.

Entrei no carro e comecei a conduzir o carro o mais rápido possível. Estava a conduzir com o pensamento no que o Nico disse. Será que o sentimento dele era correspondido? Ou que já estavam numa relação? Pelo que vi no café quando eles entraram muito cúmplices era o mais provável. E eu aqui feito palhaço a pensar que posso ter uma oportunidade com ela.

Com os meus pensamentos fiquei de tal maneira distraído que quase ia atropelando um rapaz. A sorte é que reparei a tempo e travei a fundo ficando o carro a escassos centímetros do rapaz. Sai rapidamente do carro para verificar que o rapaz estava bem.

- Você está bem? – Perguntei assim que cheguei perto dele.

- Estou inteiro portanto posso dizer que estou bem. -Sorriu. Fiquei aliviado por ele não ter tido mazelas físicas. Já tinha aleijado uma pessoa não queria aleijar outra. Acho que não aguentava.

- Estava tão distraído que não reparei em você. Hoje não está a ser o meu melhor dia.

- Isso acontece a toda a gente. Desculpa a minha indelicadeza mas tu não o Rodrigo que joga no Benfica? – Perguntou coçando a cabeça.

- Sou.

- Meu, tu és um máximo. Já agora sou o Flávio. – Disse enquanto apertávamos as mãos. Sorri. Era bastante agradável ser reconhecido e elogiado pelos adeptos do clube que represento com bastante orgulho.

Depois de verificar novamente que estava bem, despedi-me e voltei a fazer a viagem para casa.

Quando lá cheguei, entrei pousando o saco no hall de entrada. Segui para a sala onde me deitei no sofá acabando por adormecer com a Tânia a reinar os meus pensamentos.

(Tânia)

Depois de eles se terem despedido de nós, fiquei mais um pouco na companhia da Madalena mas com o telefonema da minha mãe a dizer-me para ir para casa. E assim fiz.

Rapidamente cheguei a casa. Depois de cumprimentar as pessoas que estavam em casa que era só a minha mãe e a minha irmã, fui para o quarto onde preparei as coisas para amanhã visto que amanhã já havia aulas.

Quando acabei de prepara as coisas fui juntar á minha mãe e irmã para jantar para a seguir ir directamente para o meu quarto.

Acordei e fiz a minha rotina habitual.

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Como já estava atrasada, peguei numa maçã e fui me embora. Como já tinha perdido o autocarro, caminhei o mais rápido possível para a escola. Cheguei mesmo em cima do toque.

Cheguei á sala e ainda não tinha visto a Madalena. Sentei-me numa mesa livre e rapidamente o lugar ao lado foi ocupado. Achei que era a Madalena mas assim que virei para o lado pude constatar que não era. Infelizmente era o Flávio.

O que acontecerá neste reencontro?

Olá!

Aqui fica o primeiro capitulo do ano! E como ano novo, vida nova decidi mudar o fundo do blog. Que acham?

Espero que gostem e comentem.

Mais uma vez Feliz ano novo!

Beijo Tânia

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Happy New Year

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Quando comecei a escrever esta história nunca pensei que alguém a fosse ler por isso agradeço-vos por ler e comentarem. Tem um enorme significado para mim.

Espero que entrem com o pé direito no novo ano que se aproxima.

Provavelmente amanhã haverá novo capitulo

Bjs

Tânia

sábado, 22 de dezembro de 2012

27 º Capitulo – “Porque é que fizeste isso?”


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( Tânia)
Ele andou comigo até perto do balcão onde me pousou no chão. Enquanto eu fiquei ao pé da Madalena ele foi ter com o Rodrigo e com outro rapaz. Olhei em direção deles e percebi que o Rodrigo me olhava. Um olhar que mostrava tristeza e desilusão mas que ao mesmo mostravam um pequeno brilho. Parei de olhar para ele porque nenhuma razão aparente estava-me a sentir mal.
Voltei-me para a frente e assusto-me ao ver que a Madalena que olhava fixamente e abanava a cabeça de forma negativa.
- Estás assim a olhar para mim porquê? - Perguntei entrado dentro do balcão para a cumprimentar.
- Por nada! Aliás porque és uma estúpida. – Quando ela disse isso já eu me tinha sentado e fiquei com um cara completamente de espanto a olhar para ela pois não esperava que ela me insultasse por mais insignificante fosse o insulto.
- Olha lá… - Interrompeu-me.
- Podes ir aquela mesa perguntar se eles querem alguma coisa? – Olhei para a mesa que ela apontou. Vi que era mesa onde estava sentado o Rodrigo com o Nico e outro rapaz. Percebi logo porque é que ela queria que eu fosse perguntar se eles precisavam de alguma coisa.
- Mas ainda me sentei. E que eu saiba tu é que és a empregada, não eu.
- Oh! Mas tenho de fazer uma coisa lá dentro. – Apontou para a cozinha. – E tu bem me podias fazer esse favor de lá ir.
- Ok. Eu vou. – Apesar de ter percebido o seu plano, fiz o que me pediu. Levantei-me do banco, onde estava sentada e dirigi-me á mesa.
Assim que lá cheguei pousei a minha mão no ombro do Nico que logo me olhou.
- Vão querer alguma coisa? – Perguntei com aqueles três pares de olhos postos em mim.
- Agora trabalhas aqui? – Perguntou o Nico com uma cara confusa.
- Não. Só que a Madalena é uma preguiçosa e pediu para ver o que vocês queriam, enquanto ela fica ali sentada. – Riram mas apenas o Nico e o outro rapaz. A cara do Rodrigo estava indecifrável. Não conseguia perceber o que se passava. Quer dizer perceber até percebi.
Depois de algum tempo a pensarem o que queriam, o Nico e o outro rapaz que descobri que se chamava André Gomes, tinha chegado á relativamente pouco tempo ao Benfica, pediram apenas um sumo. O Rodrigo continuava calado desde que cheguei ao pé deles. Olhei para ele e percebi que me olhava de alto a baixo.
- E tu, vais querer alguma coisa? – Perguntei um pouco a medo com receio que ele se exaltasse por lhe dirigir a palavra. Ele olhou-me nos olhos e não sei porque mas o meu coração começou a bater descompassadamente. Mas o que é que se passava? Que efeitos eram estes que ele tinha em mim? Não consegui continuar com esta troca de olhares e desviei o olhar.
- Pode ser o mesmo que eles. – Falou com um sorriso fraco. Sai rapidamente dali e fui ter com a Madalena e disse-lhe o que eles queriam.
Ela ainda me pediu para lhes ir servir os sumos mas disse-lhe logo que não. Ela é quem trabalha ali, é ela que vai servir as pessoas. Ela voltou e ficamos as duas ali a conversar até eles se virem despedir de nós mais propriamente o Nico com um beijo, que tanto o Rodrigo e André despediram-se com um “Adeus” geral.


( Rodrigo)
Quando os vi a entrar, ela ás cavalitas dele parecia que o mundo p’ra mim tinha acabado. Nem era preciso o dia 21 de Dezembro para acabar comigo aquela imagem fez isso. E acho que ainda fez pior que esborrachou, espancou e ainda cuspiu no meu coração.
Parecia que ela fazia de propósito, ela sabe tão bem o que eu sinto por ela. E até cheguei a pensar que ela sentia o mesmo por mim, aparece o Nico.
Enquanto ela ficou ao pé da Madalena, ele veio ter connosco já que estava acompanhado pelo André Gomes. Cumprimentou todos com um aperto mas a minha vontade era cumprimentá-lo de outra maneira, com um soco na cara mas controlei-me.
Passado pouco tempo a Tânia veio ter connosco para nos perguntar o que iríamos consumir e foi impossível não olhar para ela. Como sempre vinha perfeita, aliás ela é perfeita. Depois de eles terem pedidos o que queriam, ela virou-se  perguntando o que eu queria. Olhamo-nos nos olhos e foi impossível não notar que ela se sentiu incomodada com os nossos olhares, e consegui confirmar os meus pensamentos quando ela desvia o olhar. Pedi o mesmo que os outros e rapidamente se foi embora.
Continuamos na conversa, quer dizer o Nico e o André já que eu estava mais interessado a olhar para ela, não dando muita bandeira. Quem veio servir as bebidas já foi a Madalena.
Bebemos os sumos e não ficámos muito tempo pois tínhamos treino. O nico despediu-se da Tânia e da Madalena com dois beijos a cada uma enquanto eu e o André despedimo-nos com um “Adeus” geral.
Fomos para o treino. Quando lá chegamos equipamo-nos e fomos ter com o resto da equipa. Fizemos os aquecimentos e os exercícios que costumávamos fazer e depois veio a peladinha.
Num momento da peladinha o Nico estava com a bola nos pés e eu sem pensar entrei com tudo para lhe tirar a bola. Fiz-lhe uma rasteira que em vez de acertar na bola acertei num pé dele, deixando deitado no chão queixoso.
Sinceramente não sei o que me deu. O mister juntamente com os médios da equipa foram ao encontro do Nico e a mim o mister apensa me disse para ir para o balneário que para mim o treino tinha acabado.
Fui para o balneário, tomei banho e vesti-me. Quando acabei de arrumar as coisas no saco entraram os meus companheiros. Todos me perguntaram o que se tinha passado para eu fazer aquilo ao Nico. Ao que eu respondi que não tinha intenção de fazer aquilo, apenas lhe queria tirar a bola.
Sai do balneário e fui em direção á enfermaria onde provavelmente ele estaria a ser assistido.
Bati á porta e assim que permitiram a minha entrada, entrei. O médico que viu que era eu saiu deixando-me sozinho com o Nico. Ele não estava com cara de muitos amigos afinal qual seria a pessoa que não ficaria quando um dos nossos amigos nos lesionava. Cheguei ao pé dele.
- Desculpa-me! Não foi minha intenção aleijar-te desta maneira.
- Estás desculpado. Não voltes é a fazer a mesma coisa.
- É muito grave?
- Vou ficar 1 mês e meio sem jogar. – Agora senti-me a pior pessoas do mundo. – Porque é que fizeste isso? E não vale a pena dizeres que era para me tirares a bola que essa não cola. – E agora o que é que lhe dizia? A verdade. Era a minha única opção. Sentei-me antes de falar.
- Fiquei com ciúmes! – Ele ficou com uma cara confusa.
- Ficas-te com ciúmes da bola? - Sorriu.
- Não. Fiquei com ciúmes da Tânia. – A expressão facial dele mudou completamente. - Eu gosto dela. Aliás eu amo-a. E quando vos via aos dois agarradinhos fiquei cheio de ciúmes.
- Pois. Mas eu também gosto dela. – Confessou. Boom. Foi como uma bomba dentro de mim. Foi como ficasse sem chão para andar ou como ficasse sem oxigénio para respirar. As palavras não conseguiam sair. Olhei-o e ele estava como eu. Levantei-me peguei no saco que tinha pousado no chão e sai dali o mais rápido possível.


Como ficará a amizade deles depois destas confissões?
E o Flávio será que desapareceu da vida da Tânia?

Olá!
Fica aqui mais um capitulo em forma de agradecidamento das mais  de 10 000 visualizações. Significa muito para mim. Admito que este capitulo foi-me difícil de escrever apesar de ter várias inspirações, só que não me saiam as palavras por isso não está lá grande coisa.
Também vós queria dizer que vou estar até dia 30 de dezembro sem postar pois vou passar o natal junto do meu pai na minha terra natal a Covilhã.
Para quem não percebeu, os dois jogadores que estão na primeira foto são o Rodrigo e o Nico.
Espero que gostem e comentem. 
Bjs Tânia
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

26º Capitulo – “E tu não mataste o teu gatinho apenas lhe comeste a língua”


(Catarina)
Abri a porta devagarinho, espreitei um pouco e pude visualizar que eles não estavam a fazer nada daquilo que eu pensei. Pelo que deu para perceber estavam a fazer cócegas um ao outro numas posições não muito inocentes visto que ele estava deitado na cama e ela estava sentada em cima da sua cintura com uma perna em cada lado no corpo dele.
Fiquei um pouco a observá-los até a minha presença ser notada por ele que logo se levantou mandando a minha irmã para o chão devido á rapidez com que se levantou.


(Nico)
Acordei de um sonho que parecia não ter sido real mas assim que abri os olhos pude constatar que mais real que isto não podia ser. Apesar de os meus sentimentos não serem correspondidos não iria abandoná-la por nada. Ela era minha amiga. A minha melhor amiga. Olhei em volta e não a vi a meu lado ou em outro lado qualquer do quarto.
Sentei-me á beira da cama até ela entrar pela porta. Ela vinha linda como sempre e sorridente.
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- Bom dia dorminhoco! – Disse ainda com um grande sorriso nos lábios e escovando o seu longo e castanho cabelo.
- Bom dia! Já acordas-te á muito tempo? – Perguntei enquanto me espreguiçava.
- Há tempo suficiente para tomar banho e ver que tu ressonas.
- Eu não ressono. – Fiz cara de indignado.
- Ai! Isso é que te enganas. Ressonas e muito alto. Eu até te ouvia quando estava a tomar banho.
- Tu achas isso? – Ela abanou a cabeça em sinal de afirmamente. – Ai é? – Peguei nela deitando-a na cama para depois começar a fazer-lhe cócegas. Ela ria desalmadamente. Acho que descobri o seu ponto fraco. Estava distraído, ela aproveitou esse facto e virou-nos ficando agora eu por baixo. Ela pensava que assim não seria possível fazer-lhe cócegas mas enganou-se.
Estávamos na brincadeira até que notei a presença da irmã dela e como sou uma pessoa que fica envergonhada facilmente levantei-me tão rápido que atirei a Tânia para o chão.
- Au! – Queixou-se enquanto passava a mão pela zona que lhe doía. – Olha lá, não sabes bater á porta? - Disse enquanto se levantava e se dirigia para a irmã.
- Desculpa! Como estavam a fazer tanto barulho que fiquei curiosa.
- Pois. Mas nunca ouviste que a curiosidade matou o gato.
- Já ouvi. E tu não mataste o teu gatinho apenas lhe comeste a língua. – Ok devo ter ficado mais vermelho que um tomate quando a irmã dela insinuou que já tínhamos feito algo mais. A Catarina olhou para mim e sorriu vendo que me tinha deixado sem jeito.
- Mas vieste para nos chatear foi? É se foi por isso, podes sair pela porta que entraste. – Eu era apenas um espectador naquela conversa mas era uma conversa em que a minha presença era notada por ser eu o assunto.
- Vê lá não me batas. – Disse enquanto pôs as mãos no ar. – Ah! Ia-me esquecendo o motivo para qual aqui vim. É para irem tomar o pequeno-almoço. A mãe já foi trabalhar e eu vou fazer o mesmo. E assim têm a casa toda para vocês. Se é que me entendem. – E saiu. Assim que o fez a Tânia olhou para mim e gargalhou, coisa que foi acompanhada por mim. Pois apesar de ser bastante vergonhoso para mim não deixou de ter a sua piada.
- E que tal almoçarmos juntos? – Sugeri assim que paramos de rir e ele sentou-se a meu lado.
- Por mim tudo bem. Mas á tarde tenho de ir ter com a Madalena. – Sorri com a resposta dela.
Apesar de não querer mostrar a minha grande felicidade de ela ter aceite era mais forte do que eu. Não queria criar falsas esperanças a mim mesmo. Sei que ela não faz de propósito mas sinto que a cada dia que passar posso ganhar o coração dela e é o que eu quero neste preciso momento.
- Vamos comer? – Perguntou fazendo assim abstrair-me dos meus pensamentos.
- Vamos que estou cheio de fome. – Afirmei fazendo-a rir. Tomamos o pequeno-almoço sempre na conversa.
Depois de termos tomado o pequeno-almoço, ficamos em casa dela apenas a conversar e a ver televisão.
Rapidamente chegou a hora do almoço. Saímos de casa e entramos no carro para ela logo a seguir perguntar onde iramos almoçar.
- Já alguma vez comeste comida tipicamente argentina?
- Nop.
- Então hoje vais provar.
Rapidamente chegamos ao restaurante e entramos nele. O empregado logo nos dirigiu para uma mesa e deu-nos a ementa.
- Então o que vais escolher? – Perguntei-lhe então os olhos dela, passavam pela a ementa.
- Provavelmente o Churrasco . É única coisa que conheço. E tu?
- Eu vou escolher o Choripán. E para sobremesa vamos comer o Alfajor.
- Ai vamos?!
- Vamos. Vais ver que vais gostar.
Fizemos os nossos pedidos e enquanto eles não vinham conversamos coisas sem importância. Pouco tempo depois chegaram os nossos pedidos.
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                                    Choripán
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                                 Churrasco
Começamos a comer e ainda experimentamos a comida um do outro sendo que ela adorou o que eu pedi e de vez em quando tirava-me um pouco mas não me importava. Depois de terminado o prato principal pedimos a sobremesa que já estava escolhida.
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                                  Alfajor
Depois de nos deliciarmos com a sobremesa, pagamos visto que ela não me deixou pagar a conta.
Entramos no carro e fomos em direcção ao Estádio da Luz para irmos ter com a Madalena. A viagem foi feita entre muita conversa acompanhada por gargalhadas. Chegamos num instante ao estádio. Saímos do carro e sem eu estar á espera ela salta para as minhas costas ficando assim ás cavalitas.
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Levei-a assim até ao café onde a Madalena estava.

(Tânia)
Chegamos ao café e ainda estava nas cavalitas do Nico. Assim que entramos percorri o meu olhar pelo café. Estava lá a pessoa que eu menos queria ver neste momento. O Rodrigo que antes se ria assim que nos viu ficou com uma cara sisuda.
Como irá reagir Rodrigo depois de ter visto a Tânia ás cavalitas de Nico?